segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Os pássaros e os caçadores

Era uma vez um pássaro chamado Miguel. Ele vivia juntamente com a sua mulher, a Jasminda e com a sua filha a Antónia.
Um dia a Antónia caiu numa armadilha de caçador, ela gritou e gritou mas não adiantou nada!
Os pais dela foram á procura dela mas não a encontraram, até que de repente ouviram umas vozes, foram ver o que era.
Eram 2 caçadores a dizer que iam vender um pássaro de espécie rara, perceberam logo que se falava da Antónia!
Então continuaram á procura, até que encontraram uma cabana e lá dentro estava a Antónia presa numa gaiola!
Então o Miguel gritou:
-Estás bem??
-Sim!-respondeu ela.
O Miguel pensou, pensou até que viu um buraco na janela, ele entrou e libertou a Antónia!
Eles voltaram para casa felizes e a salvo!

João Montinho


O Periquito

lha o periquito
Que vem da cidade
Está todo molhadito        
Mas com muita felicidade.

Regressa a casa
Com o livro na sacola
Vai batendo a asa
E volta para a escola.

Pelo caminho
Vê muitas flores
Ai que bonitinho
E com tantas cores!

Alegre o periquito
Seguiu o seu caminho
Encontrou um ratito
Ao pé do rio Minho.

Mariana Lacerda   Nº 16
Turma: 6ª A


O primeiro dia de aulas


Era uma vez um passarinho que ia para a escola no primeiro dia de aulas.
Na escola de passarinhos havia muitos passarinhos e na localidade onde se situava o centro escolar havia duas escolas: a escola do quinto, sexto, sétimo e oitavo anos; na outra encontravam-se os alunos do nono, décimo, décimo primeiro, décimo segundos anos.
O passarinho era novo e não conhecia nenhuma das escolas e ele ia entra para o quinto ano, só que ele enganou-se na escola e foi para a escola dos mais velhos.
Entrou na sala do 9º Z.
Lá fez as coisas que o 9º faz.
Quando chegou a casa a mãe do passarinho perguntou-lhe:
- Como correu o teu primeiro dia?
- Correu muito bem, mas não sabia que o primo, que é muito mais velho do que eu, estava no quinto ano.
- O primo entrou para o nono ano, por isso tu entraste na escola errada e faltaste ao teu primeiro dia de aulas.
A mãe do passarinho telefonou para a escola certa e contou o sucedido, ficando tudo resolvido.
Felizmente, o seu segundo dia de aulas correu bem. Conheceu os seus colegas, arranjou amigos, fez atividades e começou a integrar-se na turma.
Ema Araújo 6ºA, Nº5


O pequeno passarinho

Era uma vez um pequeno passarinho que queria ir à escola. Então foi falar com os pais. Eles disseram-lhe que os pássaros não podiam ir à escola.
O passarinho ficou dias e dias amuado, até que teve a ideia de ir à escola dos humanos. Pegou numa pequena bolsa e foi a caminho de uma escola que havia ali perto na cidade.
Quando chegou, entrou por uma janela aberta, mas começaram todos a atirar-lhe com lápis, borrachas, etc…
Desanimado, o passarinho foi para casa muito triste.
Pelo caminho, encontrou outra escola, um pouco mais pequena do que a outra. Entrou de novo pela janela.

Os alunos ficaram muito felizes. Até escreveram uma canção sobre a sua vida com o título: “O pequeno passarinho que queria ir à escola.”

O pássaro aluno


Era uma vez um pássaro que andava todos os dias com uma sacola porque tinha de ir para a escola de voo para aprender a voar.
No primeiro dia de aulas ele estava um pouco envergonhado pois os colegas já tinham conhecimentos de voo e ele não.
Quando chegou à escola foi à primeira aula que consistia em treinar a atirarem-se de uma árvore e a planarem até ao chão. Ele conseguiu.
Ao longo do ano letivo, ele continuou a ter bons resultados. Quando chegou ao fim do curso, passou.
Ao chegar a casa mostrou ao pai que sabia voar. O pai, muito contente disse-lhe que ia ter um jantar especial: semente de girassol.
E lá foram eles jantar muito felizes.




Hugo Costa Tomás, 6ºA

O passarinho



Lá vai o passarinho,
Todo contente e feliz,
Vai aprumadinho,
A coçar o seu nariz!

Leva uma sacola,
Pendurada ao pescoço,
Lá vai ele para a escola,
Sem fazer nenhum esforço!

É vermelho como cereja,
E laranja como salmão,
Feliz, lá vai o passarinho,
Ter com o seu amigo Carlão!


O passarito


Era uma vez um passarito, que andava sempre de sacola. Ia para o parque, para a escola, ter com os amigos, sempre com a sua sacola.
Um dia a mãe dele reparou que a sacola do filho já estava a ficar rota, pois ele já a tinha há muito tempo, desde que nasceu; era do seu irmão, mas o seu irmão por sua vez não a usava muito.
Então, lá foi a mãe dele a uma loja na cidade onde eles moravam, comprar-lhe uma nova sacola, pois até lhe calhava bem. Daí a uma semana o passarito fazia anos e ela não sabia o que lhe comprar.
Todo contente, chegou o passarito a casa e a mãe dele, mostrou-lhe a sacola, mas ele não a quis; disse que gostava mais da dele. E por mais que a mãe insistisse ele não a queria. Andou mais dois ou três anos com a sacola antiga, até que, a sua sacola se rasgou. A mãe dele mostrou-lhe novamente a sacola nova e ele imediatamente disse:
- Não quero esta sacola. Usei tantos anos a outra que agora não quero nenhuma. Já estou farto.

E lá ficou a mãe dele com a sacola nas mãos, sem saber a quem a dar, mas felizmente, o pai dele quis a sacola e assim ficou resolvido o problema.

Beatriz 6ºA

O passarinho mensageiro


A cidade adormecia
Enquanto ele endoidecia
Com tanta carta para entregar
Nem teve tempo para jantar.

Na hora de deitar
Não conseguia voar
Tinha tantas cartas para entregar
E ninguém para o ajudar!

Então o passarinho
Teve uma ideia,
Foi a correr levar a boa nova
A toda a aldeia.

Feliz e contente
Com missão cumprida
Passarinho voou
Livre para toda a vida.

Ana Laura Ramos – nº2 – 6ºA



O passarinho


Era uma vez um pequeno pássaro que ia à escola para estudar.
Ele era muito envergonhado, por isso no seu primeiro dia de aulas, na sua nova escola, tentou fazer amigos.
- Olá. Eu sou o Luís e tenho sete anos- disse o pequeno pássaro .
Quando chegou a casa disse à mãe que os amigos eram muito divertidos.

No dia seguinte, era feriado. Ele decidiu ir ao parque ter com os seus novos amigos. Mais tarde anoiteceu e foram para casa.   


Mafalda 6ºA

O Pássaro Henrique


Era uma vez um pássaro chamado Henrique que era diferente de todos os outros. Ele não conseguia voar, mas em vez disso caminhava como as pessoas. Esta ave tinha uma qualidade muito especial; conseguia falar e como era muito esperto, até ia à escola.
Ele não era como os outros alunos. Não conseguia escrever, mas quando os outros estavam ocupados ele ia ter com a professora e respondia às perguntas que ela lhe fazia. Tudo aquilo que ele sabia nunca errava, mas havia perguntas em que ele tinha alguma dificuldade.
O Henrique estava sempre contente e todos gostavam dele.

E, assim ele encontrou o lugar onde pertencia.

Madalena 6ºA

O passarinho


Olha o periquito
Que vai de viagem.
Encontrou um ratito
Na sua bagagem.

Vai todo molhado
E muito feliz
Todo depenado
Parece um petiz.

Muito cansado
Ao chegar à escola
Diz ao empregado:
- Segure-me a sacola!


Afonso Martins Leal nº1, 6ºA



A pomba


Era uma vez uma mulher chamada Maria que viu um ninho pequeno, por cima de um ramo que lá dentro estavam duas pombas e a Maria deu um nome à pomba e deu um nome à pomba bebé de Kika.
Maria ao ir para casa viu o caçador Joaquim e disse-lhe:
- Ó senhor Joaquim, acabei de ver um ninho de pombas, e não as podem matar.
- Ó Maria, achas que eu ia matar as pombas?
-Vocês caçadores, só matam os animais!
Passado algum tempo, Maria, ao fim da tarde foi à floresta e não viu o ninho. De seguida viu o ninho no chão e ficou mais alegre, porque apesar de tudo, o ninho estava inteiro.
E passaram o resto dos seus dias felizes.

Micaela Teles – nº18 - 6ºA