quarta-feira, 13 de julho de 2016

Duarte e Marta - Mistério no pavilhão de Portugal

O aniversário da Infanta

O Menino Estrela

Contos e Lendas ....

O Diário de Anne Frank

A pequena estrela

A pequena estrela

A bicicleta com bigodes

A minha opinião sobre a obra “O Príncipe Nabo”

Eu gostei muito de ler a obra “O Príncipe Nabo”.
A forma como a Mademoiselle falava, sempre a carregar nos “rr”. Achei que o rei rigoroso e um pouco severo, pois fez com que a sua filha, a princesa Beatriz, casa-se com um pobre músico. O Marechal da Corte e a Mademoiselle passaram muito tempo a discutir. A maneira como a princesa dava nomes patéticos aos pretendentes foi gira.
Mas em especial, a personagem que eu mais gostei foi a Mademoiselle.
A parte da história que mais me interessou, foi quando a princesa foi ao castelo para descascar batatas, roubou a comida e depois ainda deixou cair o tacho ao chão, era muito engraçado.
Gostei, porque estava tudo calmo até o Bobo querer dançar com a princesa Beatriz.
Com a atitude da princesa na história eu aprendi que não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós, porque se não gostamos que nos façam uma coisa má a nós, também não devemos fazer isso aos outros.

Diário

Sexta-feira, 25 de março de 2016
Querido diário,
Hoje foi o dia das limpezas… Como a Páscoa é no domingo e a casa da minha avó, em Vila Cova à Coelheira, está desabitada, tinha pó por todo o lado. Eu tive de ajudar a minha tia Armanda, que veio do Porto, a limpar a casa.
Enquanto a minha tia limpou os vidros, os parapeitos das janelas, fez as camas, eu limpei o pó dos móveis, as milhentas quinquilharias de porcelana e passei a esfregona no chão da cozinha, na casa de banho do rés-do-chão e na lavandaria.
UF! Já estou cansada só de escrever, imagina como me estafei nas limpezas.
Por sorte já era hora de almoço! A minha mãe tinha-nos preparado a cesta. Estava delicioso!
Na parte da tarde, continuámos as limpezas: varri o pátio e a entrada e ainda tive de limpar as escadas que dão acesso à casa velha, (casa dos falecidos bisavós).
Acabámos por volta das seis… é tão bom ver o resultado final! A casa ficou um brinquinho!
Finalmente, fui ver a minha avozinha. Como os idosos já estavam a jantar, tive de ser breve. Confesso que já tinha algumas saudades dela…
Quando cheguei a casa fui tomar um banho para relaxar. O meu irmão veio de férias com a namorada e jantámos com a minha mãe e com a minha tia. Agora vou ver a novela “Única Mulher” e vou tentar ver a novela “Santa Bárbara”. Não prometo nada – estou estafada!

Trabalho realizado por:
-Ana Laura Ramos Reis – nº2 – 5ºA


Diário

Quarta feira, 30 de março
Querido diário
Este dia foi fantástico! Principalmente, porque foi tudo inesperado!
O dia começou “pasmacento”. Acabei os trabalhos de casa de História e almocei com o meu pai e com a minha mãe, pois o meu irmão está em Espanha.
Era um dia normal e pensei que ficaria sozinha a tarde inteira, visto que os meus pais foram trabalhar. Mas, passado um pouco a Alexandra, que é a minha melhor amiga, como sabes, apareceu para brincarmos. Foi uma surpresa fantástica!
O meu dia já estava estupendo, mas ainda havia mais surpresas para chegar…
O meu pai chegou a casa com uma caixa. Eu, curiosa como sempre, perguntei-lhe o que era.
Ele, a rir-se, disse que era a farda nova, mas dentro da caixa, afinal estava o meu novo computador! É da Aplle e é um MacBook Air. Adorei a surpresa, e, o melhor de tudo é que o meu pai não o comprou, foi o chefe dele, dos correios, que lho deu, por ser o melhor carteiro!
Fiquei super feliz!
Boa noite,
Lara nº 9 5ºA


A festa

Quando cheguei à festa, toda a gente ficou espantada, pois tinha-me arranjado com maquilhagem, com pétalas novas… Enfim tinha-me posto bonita. E começaram a sussurrar:
- A Camélia está linda! - exclamou o Gladíolo.
- E as pétalas? São tão macias, parece veludo - disse a Orquídea.
- As folhas são tão verdes e brilhantes…- murmurou o Nardo.
Naquela festa dei-me melhor com o Gladíolo, com a Orquídea, com a Begónia e com o Nardo. As outras flores parece que estavam com inveja… Sentia-me tão bem naquele ambiente… Parece que já lá estava há anos…
Decidimos jogar ao lencinho das flores. Quem não apanhasse, quem lhe pusesse o lencinho atrás do caule, tinha de fazer uma coisa engraçada.
Começou o Nardo. Pôs o lencinho atrás do caule da Begónia e ela não o conseguiu apanhar e começou a cantar ópera. Como sabíamos que a Begónia não era boa a cantar, tapámos os ouvidos.
A seguir, ela pôs o lencinho atrás do meu caule, mas consegui apanhá-la…

Passado um pouco, o galo começou a cantar, logo, era sinal de nos irmos embora.

Lara

A minha opinião sobre a obra “O príncipe Nabo”…


Eu gostei muito de ler este livro, pois é um livro interessante e divertido.
As minhas personagens favoritas são a princesa Beatriz, pois dava nomes engraçados aos príncipes e porque com o evoluir da história passou a ser boa pessoa. O rei, porque tomou a decisão correta em relação ao casamento da filha, o Marechal da Corte, pois disse umas verdades à Mademoiselle e a Mademoiselle porque carregava nos “rr”. Também gostei do músico António, pois conseguiu fazer com que a princesa gostasse de alguém e porque lhe mudou o coração.
O momento da história de que eu mais gostei foi quando a princesa soube que o músico António era o príncipe Austero (Nabo da Nabolândia), pois a princesa mandou a Mademoiselle parar de se comportar anormalmente, e com termos tão bruscos.
Com esta história aprendei todos temos defeitos e o que interessa é o interior das pessoas e não o exterior, pois no inicio Beatriz achava o músico feio, mas começou a gostar dele quando percebeu que ele era boa pessoa.

Trabalho realizado por:

Ana Laura Reis – nº2 – 5ºA

A minha mãe


A minha mãe
Tem um nome de uma flor
Trata bem de mim
E dá-me muito amor.

Ela ajuda-me a estudar
Ensina-me coisas diferentes
Também podemos brincar
A ver estrelas cadentes.

O seu nome é Cláudia Margarida
Para mim é a mais catita
Dá-me roupa e comida
É uma grande senhorita.




Afonso Martins Leal, nº1, 5ºA

Opinião crítica sobre a obra "O PríncipeNabo"

Eu gostei muito de ler a obra “O Príncipe Nabo”, pois adoro ler peças de teatro e esta contém informações muito engraçadas, como os nomes que a princesa Beatriz deu aos príncipes, que foram ao seu castelo.
As minhas personagens favoritas foram a Mademoiselle, pois na aula fui eu quem a representou e, porque tem um sotaque engraçadíssimo. Também gostei muito de bobo e da princesa Beatriz. O bobo, porque fazia coisas divertidas, que não me faziam parar de rir. A princesa Beatriz, porque deu nomes patéticos aos príncipes que foram ao seu castelo.
O momento que mais gostei foi mesmo esse, quando a princesa deu os nomes patéticos aos príncipes que foram em busca de uma noiva, mas o nome que mais gostei foi o que deu ao príncipe Austero da Mailândia: Príncipe Nabo da Nabolândia, já que tinha o queixo muito grande!!!
A lição de moral que eu aprendi foi: não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti, pois a princesa gozou com os príncipes que vieram ao seu castelo, mas quando foi viver com o músico António, apareceu-lhe o bobo, uma rapariga e um rapaz, que gozaram com ela. O bobo gozava com ela dizendo-lhe que pintava flores e falava francês, porque pensava que era mentira. Assim ela aprendeu que não devia gozar com as outros, pois estes podem pagar-nos na mesma moeda.


Lara Almeida- nº9- 5ºA

Opinião crítica sobre a obra "O Príncipe Nabo"

A obra “O Príncipe Nabo” foi o livro que lemos nas últimas aulas de Português. Esta obra divide-se em três atos.
No primeiro ato achei que o rei tomou a decisão mais acertada, pois a princesa Beatriz nunca mais se decidia em relação à escolha do príncipe. Mas, ela não era a única responsável pela sua atitude perante os príncipes, a Mademoiselle também tinha influência, pois era quem dizia à princesa para rejeitar os príncipes, o que era notável perante a reação da Mademoiselle em relação ao que dizia o Marechal da Corte.
No segundo ato penso que o que aconteceu à princesa foi o que ela merecia por rejeitar todos os príncipes que lhes apareciam. Ao gozarem com ela, pode aperceber-se que a atitude foi exatamente a mesma que ela teve com os príncipes.
No terceiro ato, ela descobre que o seu marido, o músico, era o príncipe Austero, a quem ela deu o nome de Príncipe Nabo e assim fica muito feliz e nunca mais gozou com ninguém, aprendendo uma lição.
A minha personagem preferida é o rei, porque teve a atitude mais acertada com a filha.
O momento que achei mais interessante foi quando o músico revelou que era o Príncipe Nabo.
Com esta obra aprendi que não devo gozar com ninguém, aliás há uma regra de ouro que transmite essa mensagem: “Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti”.


Ema Araújo 5ºA, Nº5

A minha professora…


É bonita como o Sol
É linda como a lua
Gira como o girassol
É a mais bela da rua.

Tem os olhos pequenos
E uma pequena boca
O cabelo é curto
E não tem cabeça oca.

O seu rosto é belo
O nariz belo é
Tem direito a castelo
E a não andar a pé.

É uma bela professora
É a minha preferida
É uma grande senhora
Pessoa muito querida.

Trabalho realizado por:

Ana Laura Reis – nº2 – 5ºA

Minorca

Não me chamem minorca
Que eu minorca não sou
Sou pequeno com orgulho
De ser aquilo que sou

Sou belo como o girassol
Movo-me como o sol
Sou mal comportado
Energico como um veado.


Hugo nº7

Mariana



A Mariana é bonita
Como uma flor
Como o Sol
Antes de se pôr.

Ela tem cabelo loiro
Com madeixas a enfeitar
Com o cabelo pelos ombros
Fica linda de arrasar.

Com aqueles óculos
Parece uma doutora
Será que pode ser
Uma grande professora?

Com uma boca tão pequena
Será que consegue falar?
Consegue pois
Não há maneira de a calar.

Seja o que ela for
No futuro ou no presente
Será para sempre
Uma amiga presente.
Beatriz Pires-nº3-5ºA

A minha amiga



A minha amiga é pequena
Mas isso não é problema
Sim, ela é muito magrinha
E tem um aspeto de fofinha.

Gosta de ter os olhos de cor castanha,
Mas não tem medo de uma aranha.
Seu cabelo sedoso é comprido,
Castanho e parecido com um fio.

O seu nariz é estreito
Que não tem nenhum defeito.
A sua boca é sorridente
Anda sempre muito contente.

O seu rosto é moreno,
Condiz com o olhar sereno.
Oval é a sua cara,
Fica bem de tiara.

Trabalho realizado por:

Ema Araújo 5ºA, Nº5

Auto-retrato

O meu cabelo é preto
Como cor de azeitona
Rosado é o meu rosto
Minha pele como acetona.

Insegura, posso ser
Como qualquer menina
O meu gosto é aprender
Ser amiga é a minha sina.

Rosados são os meus lábios
Castanhos os meus olhos
Aprender é com os sábios
Amigas, tenho aos molhos!
Lara Almeida- nº9
5ºA


A Túlipa e as Flores


Já estava farta de ouvir o Gladíolo, mas na verdade até estava a gostar que o Gladíolo me estivesse a elogiar e a tentar meter conversa. Como flor que era, achava que não deveria dar conversa a ninguém.
A determinada altura o Gladíolo convida-me dançar e sem hesitar eu respondi logo:
-Nunca! Deus me livre!
O Gladíolo foi-se embora e deixou-me sozinha ao pé do lago. Eu continuei a mirar o meu lindo rosto, no reflexo do lago. Já quase perto das onze e meia fui surpreendida com o mais belo convite de sempre.
- A senhora dança?
Era a voz do Lírio azul-escuro, a flor mais bela do parque.
- Claro, claro que sim - respondi eu a pensar que aquele convite era um pensamento.
Então, começámos os dois a dançar. Fomos o par mais elogiado da festa.
No fim da décima segunda dança, o Gladíolo fala para o Lírio e conta-lhe como eu o tratei. Ao ouvir aquilo o Lírio saiu de ao pé de mim e nunca mais voltou mas antes disse-me:
- Pensei que fosses simpática com as outras pessoas. Que desilusão!
Depois de receber a resposta do Lírio refleti muito e pedi desculpa ao Gladíolo.
A partir desse momento nunca mais tratei ninguém mal e pude tirar uma lição:
Devemos tratar os outros bem para não termos desilusões.


Trabalho realizado por: Ema Araújo, 5ºA, nº 5