Este blog tem como objetivo motivar os alunos para a leitura e para a escrita através da divulgação dos trabalhos realizados na disciplina de Português. Foi iniciado com os alunos que frequentavam o 5º ano de escolaridade, no ano letivo 2015-16, no Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva. Nos anos seguintes, outras turmas irão dar-lhe continuidade. Os protagonistas serão outros, mas os objetivos serão os mesmos.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
A minha opinião sobre a obra “O Príncipe Nabo”
Eu
gostei muito de ler a obra “O Príncipe Nabo”.
A
forma como a Mademoiselle falava, sempre a carregar nos “rr”.
Achei que o rei rigoroso e um pouco severo, pois fez com que a sua
filha, a princesa Beatriz, casa-se com um pobre músico. O Marechal
da Corte e a Mademoiselle passaram muito tempo a discutir. A maneira
como a princesa dava nomes patéticos aos pretendentes foi gira.
Mas
em especial, a personagem que eu mais gostei foi a Mademoiselle.
A parte da história que mais me interessou, foi quando a princesa
foi ao castelo para descascar batatas, roubou a comida e depois ainda
deixou cair o tacho ao chão, era muito engraçado.
Gostei,
porque estava tudo calmo até o Bobo querer dançar com a princesa
Beatriz.
Com
a atitude da princesa na história eu aprendi que não devemos fazer
aos outros o que não queremos que nos façam a nós, porque se não
gostamos que nos façam uma coisa má a nós, também não devemos
fazer isso aos outros.
Diário
Sexta-feira,
25 de março de 2016
Hoje foi o dia das
limpezas… Como a Páscoa é no domingo e a casa da minha avó, em
Vila Cova à Coelheira, está desabitada, tinha pó por todo o lado.
Eu tive de ajudar a minha tia Armanda, que veio do Porto, a limpar a
casa.
Enquanto a minha tia
limpou os vidros, os parapeitos das janelas, fez as camas, eu limpei
o pó dos móveis, as milhentas quinquilharias de porcelana e passei
a esfregona no chão da cozinha, na casa de banho do rés-do-chão e
na lavandaria.
UF! Já estou
cansada só de escrever, imagina como me estafei nas limpezas.
Por sorte já era
hora de almoço! A minha mãe tinha-nos preparado a cesta. Estava
delicioso!
Na
parte da tarde, continuámos as limpezas: varri o pátio e a entrada
e ainda tive de limpar as escadas que dão acesso à casa velha,
(casa dos falecidos bisavós).
Acabámos por volta
das seis… é tão bom ver o resultado final! A casa ficou um
brinquinho!
Finalmente, fui ver
a minha avozinha. Como os idosos já estavam a jantar, tive de ser
breve. Confesso que já tinha algumas saudades dela…
Quando cheguei a
casa fui tomar um banho para relaxar. O meu irmão veio de férias
com a namorada e jantámos com a minha mãe e com a minha tia. Agora
vou ver a novela “Única Mulher” e vou tentar ver a novela “Santa
Bárbara”. Não prometo nada – estou estafada!
Trabalho
realizado por:
-Ana
Laura Ramos Reis – nº2 – 5ºA
Diário
Quarta
feira, 30 de março
Querido
diário
Este
dia foi fantástico! Principalmente, porque foi tudo inesperado!
O
dia começou “pasmacento”. Acabei os trabalhos de casa de
História e almocei com o meu pai e com a minha mãe, pois o meu
irmão está em Espanha.
Era
um dia normal e pensei que ficaria sozinha a tarde inteira, visto que
os meus pais foram trabalhar. Mas, passado um pouco a Alexandra, que
é a minha melhor amiga, como sabes, apareceu para brincarmos. Foi
uma surpresa fantástica!
O
meu dia já estava estupendo, mas ainda havia mais surpresas para
chegar…
O
meu pai chegou a casa com uma caixa. Eu, curiosa como sempre,
perguntei-lhe o que era.
Ele,
a rir-se, disse que era a farda nova, mas dentro da caixa, afinal
estava o meu novo computador! É da Aplle e é um MacBook
Air. Adorei a surpresa, e, o melhor de tudo é que o meu pai não
o comprou, foi o chefe dele, dos correios, que lho deu, por ser o
melhor carteiro!
Boa
noite,
Lara nº 9 5ºA
A festa
Quando
cheguei à festa, toda a gente ficou espantada, pois tinha-me
arranjado com maquilhagem, com pétalas novas… Enfim tinha-me posto
bonita. E começaram a sussurrar:
-
A Camélia está linda! - exclamou o Gladíolo.
-
E as pétalas? São tão macias, parece veludo - disse a Orquídea.
-
As folhas são tão verdes e brilhantes…- murmurou o Nardo.
Naquela
festa dei-me melhor com o Gladíolo, com a Orquídea, com a Begónia
e com o Nardo. As outras flores parece que estavam com inveja…
Sentia-me tão bem naquele ambiente… Parece que já lá estava há
anos…
Decidimos
jogar ao lencinho das flores. Quem não apanhasse, quem lhe pusesse o
lencinho atrás do caule, tinha de fazer uma coisa engraçada.
Começou
o Nardo. Pôs o lencinho atrás do caule da Begónia e ela não o
conseguiu apanhar e começou a cantar ópera. Como sabíamos que a
Begónia não era boa a cantar, tapámos os ouvidos.
A
seguir, ela pôs o lencinho atrás do meu caule, mas consegui
apanhá-la…
Passado
um pouco, o galo começou a cantar, logo, era sinal de nos irmos
embora.
Lara
A minha opinião sobre a obra “O príncipe Nabo”…
Eu
gostei muito de ler este livro, pois é um livro interessante e
divertido.
As
minhas personagens favoritas são a princesa Beatriz, pois dava nomes
engraçados aos príncipes e porque com o evoluir da história passou
a ser boa pessoa. O rei, porque tomou a decisão correta em relação
ao casamento da filha, o Marechal da Corte, pois disse umas verdades
à Mademoiselle e a Mademoiselle porque carregava nos “rr”.
Também gostei do músico António, pois conseguiu fazer com que a
princesa gostasse de alguém e porque lhe mudou o coração.
O
momento da história de que eu mais gostei foi quando a princesa
soube que o músico António era o príncipe Austero (Nabo da
Nabolândia), pois a princesa mandou a Mademoiselle parar de se
comportar anormalmente, e com termos tão bruscos.
Com
esta história aprendei todos temos defeitos e o que interessa é o
interior das pessoas e não o exterior, pois no inicio Beatriz achava
o músico feio, mas começou a gostar dele quando percebeu que ele
era boa pessoa.
Trabalho
realizado por:
Ana
Laura Reis – nº2 – 5ºA
A minha mãe
A minha
mãe
Tem um
nome de uma flor
Trata
bem de mim
E dá-me
muito amor.
Ela
ajuda-me a estudar
Ensina-me
coisas diferentes
Também
podemos brincar
A ver
estrelas cadentes.
O seu
nome é Cláudia Margarida
Para
mim é a mais catita
Dá-me
roupa e comida
É uma
grande senhorita.
Afonso Martins Leal, nº1,
5ºA
Opinião crítica sobre a obra "O PríncipeNabo"
Eu gostei muito de
ler a obra “O Príncipe Nabo”, pois adoro ler peças de teatro e
esta contém informações muito engraçadas, como os nomes que a
princesa Beatriz deu aos príncipes, que foram ao seu castelo.
As
minhas personagens favoritas foram a Mademoiselle, pois na aula fui
eu quem a representou e, porque tem um sotaque engraçadíssimo.
Também gostei muito de bobo e da princesa Beatriz. O bobo, porque
fazia coisas divertidas, que não me faziam parar de rir. A princesa
Beatriz, porque deu nomes patéticos aos príncipes que foram ao seu
castelo.
O momento que mais
gostei foi mesmo esse, quando a princesa deu os nomes patéticos aos
príncipes que foram em busca de uma noiva, mas o nome que mais
gostei foi o que deu ao príncipe Austero da Mailândia: Príncipe
Nabo da Nabolândia, já que tinha o queixo muito grande!!!
A lição de moral
que eu aprendi foi: não faças aos outros aquilo que não queres que
te façam a ti, pois a princesa gozou com os príncipes que vieram ao
seu castelo, mas quando foi viver com o músico António,
apareceu-lhe o bobo, uma rapariga e um rapaz, que gozaram com ela. O
bobo gozava com ela dizendo-lhe que pintava flores e falava francês,
porque pensava que era mentira. Assim ela aprendeu que não devia
gozar com as outros, pois estes podem pagar-nos na mesma moeda.
Lara
Almeida- nº9- 5ºA
Opinião crítica sobre a obra "O Príncipe Nabo"
A
obra “O Príncipe Nabo” foi o livro que lemos nas últimas aulas
de Português. Esta obra divide-se em três atos.
No
primeiro ato achei que o rei tomou a decisão mais acertada, pois a
princesa Beatriz nunca mais se decidia em relação à escolha do
príncipe. Mas, ela não era a única responsável pela sua atitude
perante os príncipes, a Mademoiselle também tinha influência, pois
era quem dizia à princesa para rejeitar os príncipes, o que era
notável perante a reação da Mademoiselle em relação ao que dizia
o Marechal da Corte.
No
segundo ato penso que o que aconteceu à princesa foi o que ela
merecia por rejeitar todos os príncipes que lhes apareciam. Ao
gozarem com ela, pode aperceber-se que a atitude foi exatamente a
mesma que ela teve com os príncipes.
No
terceiro ato, ela descobre que o seu marido, o músico, era o
príncipe Austero, a quem ela deu o nome de Príncipe Nabo e assim
fica muito feliz e nunca mais gozou com ninguém, aprendendo uma
lição.
A
minha personagem preferida é o rei, porque teve a atitude mais
acertada com a filha.
O
momento que achei mais interessante foi quando o músico revelou que
era o Príncipe Nabo.
Com
esta obra aprendi que não devo gozar com ninguém, aliás há uma
regra de ouro que transmite essa mensagem: “Não faças aos outros
aquilo que não queres que te façam a ti”.
Ema
Araújo 5ºA, Nº5
A minha professora…
É
bonita como o Sol
É
linda como a lua
Gira
como o girassol
É
a mais bela da rua.
Tem
os olhos pequenos
E
uma pequena boca
O
cabelo é curto
E
não tem cabeça oca.
O
seu rosto é belo
O
nariz belo é
Tem
direito a castelo
E
a não andar a pé.
É
uma bela professora
É
a minha preferida
É
uma grande senhora
Pessoa
muito querida.
Trabalho
realizado por:
Ana
Laura Reis – nº2 – 5ºA
Minorca
Não me chamem minorca
Que eu minorca não sou
Sou pequeno com orgulho
De ser aquilo que sou
Sou belo como o girassol
Movo-me como o sol
Sou mal comportado
Energico como um veado.
Hugo nº7
Que eu minorca não sou
Sou pequeno com orgulho
De ser aquilo que sou
Sou belo como o girassol
Movo-me como o sol
Sou mal comportado
Energico como um veado.
Hugo nº7
Mariana
A
Mariana é bonita
Como
uma flor
Como
o Sol
Antes
de se pôr.
Ela
tem cabelo loiro
Com
madeixas a enfeitar
Com
o cabelo pelos ombros
Fica
linda de arrasar.
Com
aqueles óculos
Parece
uma doutora
Será
que pode ser
Uma
grande professora?
Com
uma boca tão pequena
Será
que consegue falar?
Consegue
pois
Não
há maneira de a calar.
Seja
o que ela for
No
futuro ou no presente
Será
para sempre
Uma
amiga presente.
A minha amiga
A minha amiga é pequena
Mas isso não é problema
Sim, ela é muito magrinha
E tem um aspeto de fofinha.
Gosta de ter os olhos de cor castanha,
Mas não tem medo de uma aranha.
Seu cabelo sedoso é comprido,
Castanho e parecido com um fio.
O seu nariz é estreito
Que não tem nenhum defeito.
A sua boca é sorridente
Anda sempre muito contente.
O seu rosto é moreno,
Condiz com o olhar sereno.
Oval é a sua cara,
Fica bem de tiara.
Ema Araújo 5ºA, Nº5
Auto-retrato
O meu
cabelo é preto
Como
cor de azeitona
Rosado
é o meu rosto
Minha
pele como acetona.
Insegura,
posso ser
Como
qualquer menina
O
meu gosto é aprender
Ser
amiga é a minha sina.
Rosados
são os meus lábios
Castanhos
os meus olhos
Aprender
é com os sábios
Amigas,
tenho aos molhos!
Lara
Almeida- nº9
5ºA
A Túlipa e as Flores
Já
estava farta de ouvir o Gladíolo, mas na verdade até estava a
gostar que o Gladíolo me estivesse a elogiar e a tentar meter
conversa. Como flor que era, achava que não deveria dar conversa a
ninguém.
A
determinada altura o Gladíolo convida-me dançar e sem hesitar eu
respondi logo:
-Nunca!
Deus me livre!
O
Gladíolo foi-se embora e deixou-me sozinha ao pé do lago. Eu
continuei a mirar o meu lindo rosto, no reflexo do lago. Já quase
perto das onze e meia fui surpreendida com o mais belo convite de
sempre.
-
A senhora dança?
Era
a voz do Lírio azul-escuro, a flor mais bela do parque.
-
Claro, claro que sim - respondi eu a pensar que aquele convite era um
pensamento.
Então,
começámos os dois a dançar. Fomos o par mais elogiado da festa.
No
fim da décima segunda dança, o Gladíolo fala para o Lírio e
conta-lhe como eu o tratei. Ao ouvir aquilo o Lírio saiu de ao pé
de mim e nunca mais voltou mas antes disse-me:
-
Pensei que fosses simpática com as outras pessoas. Que desilusão!
Depois
de receber a resposta do Lírio refleti muito e pedi desculpa ao
Gladíolo.
A
partir desse momento nunca mais tratei ninguém mal e pude tirar uma
lição:
Devemos
tratar os outros bem para não termos desilusões.
Trabalho
realizado por: Ema Araújo, 5ºA, nº 5
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