segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Os pássaros e os caçadores

Era uma vez um pássaro chamado Miguel. Ele vivia juntamente com a sua mulher, a Jasminda e com a sua filha a Antónia.
Um dia a Antónia caiu numa armadilha de caçador, ela gritou e gritou mas não adiantou nada!
Os pais dela foram á procura dela mas não a encontraram, até que de repente ouviram umas vozes, foram ver o que era.
Eram 2 caçadores a dizer que iam vender um pássaro de espécie rara, perceberam logo que se falava da Antónia!
Então continuaram á procura, até que encontraram uma cabana e lá dentro estava a Antónia presa numa gaiola!
Então o Miguel gritou:
-Estás bem??
-Sim!-respondeu ela.
O Miguel pensou, pensou até que viu um buraco na janela, ele entrou e libertou a Antónia!
Eles voltaram para casa felizes e a salvo!

João Montinho


O Periquito

lha o periquito
Que vem da cidade
Está todo molhadito        
Mas com muita felicidade.

Regressa a casa
Com o livro na sacola
Vai batendo a asa
E volta para a escola.

Pelo caminho
Vê muitas flores
Ai que bonitinho
E com tantas cores!

Alegre o periquito
Seguiu o seu caminho
Encontrou um ratito
Ao pé do rio Minho.

Mariana Lacerda   Nº 16
Turma: 6ª A


O primeiro dia de aulas


Era uma vez um passarinho que ia para a escola no primeiro dia de aulas.
Na escola de passarinhos havia muitos passarinhos e na localidade onde se situava o centro escolar havia duas escolas: a escola do quinto, sexto, sétimo e oitavo anos; na outra encontravam-se os alunos do nono, décimo, décimo primeiro, décimo segundos anos.
O passarinho era novo e não conhecia nenhuma das escolas e ele ia entra para o quinto ano, só que ele enganou-se na escola e foi para a escola dos mais velhos.
Entrou na sala do 9º Z.
Lá fez as coisas que o 9º faz.
Quando chegou a casa a mãe do passarinho perguntou-lhe:
- Como correu o teu primeiro dia?
- Correu muito bem, mas não sabia que o primo, que é muito mais velho do que eu, estava no quinto ano.
- O primo entrou para o nono ano, por isso tu entraste na escola errada e faltaste ao teu primeiro dia de aulas.
A mãe do passarinho telefonou para a escola certa e contou o sucedido, ficando tudo resolvido.
Felizmente, o seu segundo dia de aulas correu bem. Conheceu os seus colegas, arranjou amigos, fez atividades e começou a integrar-se na turma.
Ema Araújo 6ºA, Nº5


O pequeno passarinho

Era uma vez um pequeno passarinho que queria ir à escola. Então foi falar com os pais. Eles disseram-lhe que os pássaros não podiam ir à escola.
O passarinho ficou dias e dias amuado, até que teve a ideia de ir à escola dos humanos. Pegou numa pequena bolsa e foi a caminho de uma escola que havia ali perto na cidade.
Quando chegou, entrou por uma janela aberta, mas começaram todos a atirar-lhe com lápis, borrachas, etc…
Desanimado, o passarinho foi para casa muito triste.
Pelo caminho, encontrou outra escola, um pouco mais pequena do que a outra. Entrou de novo pela janela.

Os alunos ficaram muito felizes. Até escreveram uma canção sobre a sua vida com o título: “O pequeno passarinho que queria ir à escola.”

O pássaro aluno


Era uma vez um pássaro que andava todos os dias com uma sacola porque tinha de ir para a escola de voo para aprender a voar.
No primeiro dia de aulas ele estava um pouco envergonhado pois os colegas já tinham conhecimentos de voo e ele não.
Quando chegou à escola foi à primeira aula que consistia em treinar a atirarem-se de uma árvore e a planarem até ao chão. Ele conseguiu.
Ao longo do ano letivo, ele continuou a ter bons resultados. Quando chegou ao fim do curso, passou.
Ao chegar a casa mostrou ao pai que sabia voar. O pai, muito contente disse-lhe que ia ter um jantar especial: semente de girassol.
E lá foram eles jantar muito felizes.




Hugo Costa Tomás, 6ºA

O passarinho



Lá vai o passarinho,
Todo contente e feliz,
Vai aprumadinho,
A coçar o seu nariz!

Leva uma sacola,
Pendurada ao pescoço,
Lá vai ele para a escola,
Sem fazer nenhum esforço!

É vermelho como cereja,
E laranja como salmão,
Feliz, lá vai o passarinho,
Ter com o seu amigo Carlão!


O passarito


Era uma vez um passarito, que andava sempre de sacola. Ia para o parque, para a escola, ter com os amigos, sempre com a sua sacola.
Um dia a mãe dele reparou que a sacola do filho já estava a ficar rota, pois ele já a tinha há muito tempo, desde que nasceu; era do seu irmão, mas o seu irmão por sua vez não a usava muito.
Então, lá foi a mãe dele a uma loja na cidade onde eles moravam, comprar-lhe uma nova sacola, pois até lhe calhava bem. Daí a uma semana o passarito fazia anos e ela não sabia o que lhe comprar.
Todo contente, chegou o passarito a casa e a mãe dele, mostrou-lhe a sacola, mas ele não a quis; disse que gostava mais da dele. E por mais que a mãe insistisse ele não a queria. Andou mais dois ou três anos com a sacola antiga, até que, a sua sacola se rasgou. A mãe dele mostrou-lhe novamente a sacola nova e ele imediatamente disse:
- Não quero esta sacola. Usei tantos anos a outra que agora não quero nenhuma. Já estou farto.

E lá ficou a mãe dele com a sacola nas mãos, sem saber a quem a dar, mas felizmente, o pai dele quis a sacola e assim ficou resolvido o problema.

Beatriz 6ºA

O passarinho mensageiro


A cidade adormecia
Enquanto ele endoidecia
Com tanta carta para entregar
Nem teve tempo para jantar.

Na hora de deitar
Não conseguia voar
Tinha tantas cartas para entregar
E ninguém para o ajudar!

Então o passarinho
Teve uma ideia,
Foi a correr levar a boa nova
A toda a aldeia.

Feliz e contente
Com missão cumprida
Passarinho voou
Livre para toda a vida.

Ana Laura Ramos – nº2 – 6ºA



O passarinho


Era uma vez um pequeno pássaro que ia à escola para estudar.
Ele era muito envergonhado, por isso no seu primeiro dia de aulas, na sua nova escola, tentou fazer amigos.
- Olá. Eu sou o Luís e tenho sete anos- disse o pequeno pássaro .
Quando chegou a casa disse à mãe que os amigos eram muito divertidos.

No dia seguinte, era feriado. Ele decidiu ir ao parque ter com os seus novos amigos. Mais tarde anoiteceu e foram para casa.   


Mafalda 6ºA

O Pássaro Henrique


Era uma vez um pássaro chamado Henrique que era diferente de todos os outros. Ele não conseguia voar, mas em vez disso caminhava como as pessoas. Esta ave tinha uma qualidade muito especial; conseguia falar e como era muito esperto, até ia à escola.
Ele não era como os outros alunos. Não conseguia escrever, mas quando os outros estavam ocupados ele ia ter com a professora e respondia às perguntas que ela lhe fazia. Tudo aquilo que ele sabia nunca errava, mas havia perguntas em que ele tinha alguma dificuldade.
O Henrique estava sempre contente e todos gostavam dele.

E, assim ele encontrou o lugar onde pertencia.

Madalena 6ºA

O passarinho


Olha o periquito
Que vai de viagem.
Encontrou um ratito
Na sua bagagem.

Vai todo molhado
E muito feliz
Todo depenado
Parece um petiz.

Muito cansado
Ao chegar à escola
Diz ao empregado:
- Segure-me a sacola!


Afonso Martins Leal nº1, 6ºA



A pomba


Era uma vez uma mulher chamada Maria que viu um ninho pequeno, por cima de um ramo que lá dentro estavam duas pombas e a Maria deu um nome à pomba e deu um nome à pomba bebé de Kika.
Maria ao ir para casa viu o caçador Joaquim e disse-lhe:
- Ó senhor Joaquim, acabei de ver um ninho de pombas, e não as podem matar.
- Ó Maria, achas que eu ia matar as pombas?
-Vocês caçadores, só matam os animais!
Passado algum tempo, Maria, ao fim da tarde foi à floresta e não viu o ninho. De seguida viu o ninho no chão e ficou mais alegre, porque apesar de tudo, o ninho estava inteiro.
E passaram o resto dos seus dias felizes.

Micaela Teles – nº18 - 6ºA


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Duarte e Marta - Mistério no pavilhão de Portugal

O aniversário da Infanta

O Menino Estrela

Contos e Lendas ....

O Diário de Anne Frank

A pequena estrela

A pequena estrela

A bicicleta com bigodes

A minha opinião sobre a obra “O Príncipe Nabo”

Eu gostei muito de ler a obra “O Príncipe Nabo”.
A forma como a Mademoiselle falava, sempre a carregar nos “rr”. Achei que o rei rigoroso e um pouco severo, pois fez com que a sua filha, a princesa Beatriz, casa-se com um pobre músico. O Marechal da Corte e a Mademoiselle passaram muito tempo a discutir. A maneira como a princesa dava nomes patéticos aos pretendentes foi gira.
Mas em especial, a personagem que eu mais gostei foi a Mademoiselle.
A parte da história que mais me interessou, foi quando a princesa foi ao castelo para descascar batatas, roubou a comida e depois ainda deixou cair o tacho ao chão, era muito engraçado.
Gostei, porque estava tudo calmo até o Bobo querer dançar com a princesa Beatriz.
Com a atitude da princesa na história eu aprendi que não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós, porque se não gostamos que nos façam uma coisa má a nós, também não devemos fazer isso aos outros.

Diário

Sexta-feira, 25 de março de 2016
Querido diário,
Hoje foi o dia das limpezas… Como a Páscoa é no domingo e a casa da minha avó, em Vila Cova à Coelheira, está desabitada, tinha pó por todo o lado. Eu tive de ajudar a minha tia Armanda, que veio do Porto, a limpar a casa.
Enquanto a minha tia limpou os vidros, os parapeitos das janelas, fez as camas, eu limpei o pó dos móveis, as milhentas quinquilharias de porcelana e passei a esfregona no chão da cozinha, na casa de banho do rés-do-chão e na lavandaria.
UF! Já estou cansada só de escrever, imagina como me estafei nas limpezas.
Por sorte já era hora de almoço! A minha mãe tinha-nos preparado a cesta. Estava delicioso!
Na parte da tarde, continuámos as limpezas: varri o pátio e a entrada e ainda tive de limpar as escadas que dão acesso à casa velha, (casa dos falecidos bisavós).
Acabámos por volta das seis… é tão bom ver o resultado final! A casa ficou um brinquinho!
Finalmente, fui ver a minha avozinha. Como os idosos já estavam a jantar, tive de ser breve. Confesso que já tinha algumas saudades dela…
Quando cheguei a casa fui tomar um banho para relaxar. O meu irmão veio de férias com a namorada e jantámos com a minha mãe e com a minha tia. Agora vou ver a novela “Única Mulher” e vou tentar ver a novela “Santa Bárbara”. Não prometo nada – estou estafada!

Trabalho realizado por:
-Ana Laura Ramos Reis – nº2 – 5ºA


Diário

Quarta feira, 30 de março
Querido diário
Este dia foi fantástico! Principalmente, porque foi tudo inesperado!
O dia começou “pasmacento”. Acabei os trabalhos de casa de História e almocei com o meu pai e com a minha mãe, pois o meu irmão está em Espanha.
Era um dia normal e pensei que ficaria sozinha a tarde inteira, visto que os meus pais foram trabalhar. Mas, passado um pouco a Alexandra, que é a minha melhor amiga, como sabes, apareceu para brincarmos. Foi uma surpresa fantástica!
O meu dia já estava estupendo, mas ainda havia mais surpresas para chegar…
O meu pai chegou a casa com uma caixa. Eu, curiosa como sempre, perguntei-lhe o que era.
Ele, a rir-se, disse que era a farda nova, mas dentro da caixa, afinal estava o meu novo computador! É da Aplle e é um MacBook Air. Adorei a surpresa, e, o melhor de tudo é que o meu pai não o comprou, foi o chefe dele, dos correios, que lho deu, por ser o melhor carteiro!
Fiquei super feliz!
Boa noite,
Lara nº 9 5ºA


A festa

Quando cheguei à festa, toda a gente ficou espantada, pois tinha-me arranjado com maquilhagem, com pétalas novas… Enfim tinha-me posto bonita. E começaram a sussurrar:
- A Camélia está linda! - exclamou o Gladíolo.
- E as pétalas? São tão macias, parece veludo - disse a Orquídea.
- As folhas são tão verdes e brilhantes…- murmurou o Nardo.
Naquela festa dei-me melhor com o Gladíolo, com a Orquídea, com a Begónia e com o Nardo. As outras flores parece que estavam com inveja… Sentia-me tão bem naquele ambiente… Parece que já lá estava há anos…
Decidimos jogar ao lencinho das flores. Quem não apanhasse, quem lhe pusesse o lencinho atrás do caule, tinha de fazer uma coisa engraçada.
Começou o Nardo. Pôs o lencinho atrás do caule da Begónia e ela não o conseguiu apanhar e começou a cantar ópera. Como sabíamos que a Begónia não era boa a cantar, tapámos os ouvidos.
A seguir, ela pôs o lencinho atrás do meu caule, mas consegui apanhá-la…

Passado um pouco, o galo começou a cantar, logo, era sinal de nos irmos embora.

Lara

A minha opinião sobre a obra “O príncipe Nabo”…


Eu gostei muito de ler este livro, pois é um livro interessante e divertido.
As minhas personagens favoritas são a princesa Beatriz, pois dava nomes engraçados aos príncipes e porque com o evoluir da história passou a ser boa pessoa. O rei, porque tomou a decisão correta em relação ao casamento da filha, o Marechal da Corte, pois disse umas verdades à Mademoiselle e a Mademoiselle porque carregava nos “rr”. Também gostei do músico António, pois conseguiu fazer com que a princesa gostasse de alguém e porque lhe mudou o coração.
O momento da história de que eu mais gostei foi quando a princesa soube que o músico António era o príncipe Austero (Nabo da Nabolândia), pois a princesa mandou a Mademoiselle parar de se comportar anormalmente, e com termos tão bruscos.
Com esta história aprendei todos temos defeitos e o que interessa é o interior das pessoas e não o exterior, pois no inicio Beatriz achava o músico feio, mas começou a gostar dele quando percebeu que ele era boa pessoa.

Trabalho realizado por:

Ana Laura Reis – nº2 – 5ºA

A minha mãe


A minha mãe
Tem um nome de uma flor
Trata bem de mim
E dá-me muito amor.

Ela ajuda-me a estudar
Ensina-me coisas diferentes
Também podemos brincar
A ver estrelas cadentes.

O seu nome é Cláudia Margarida
Para mim é a mais catita
Dá-me roupa e comida
É uma grande senhorita.




Afonso Martins Leal, nº1, 5ºA

Opinião crítica sobre a obra "O PríncipeNabo"

Eu gostei muito de ler a obra “O Príncipe Nabo”, pois adoro ler peças de teatro e esta contém informações muito engraçadas, como os nomes que a princesa Beatriz deu aos príncipes, que foram ao seu castelo.
As minhas personagens favoritas foram a Mademoiselle, pois na aula fui eu quem a representou e, porque tem um sotaque engraçadíssimo. Também gostei muito de bobo e da princesa Beatriz. O bobo, porque fazia coisas divertidas, que não me faziam parar de rir. A princesa Beatriz, porque deu nomes patéticos aos príncipes que foram ao seu castelo.
O momento que mais gostei foi mesmo esse, quando a princesa deu os nomes patéticos aos príncipes que foram em busca de uma noiva, mas o nome que mais gostei foi o que deu ao príncipe Austero da Mailândia: Príncipe Nabo da Nabolândia, já que tinha o queixo muito grande!!!
A lição de moral que eu aprendi foi: não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti, pois a princesa gozou com os príncipes que vieram ao seu castelo, mas quando foi viver com o músico António, apareceu-lhe o bobo, uma rapariga e um rapaz, que gozaram com ela. O bobo gozava com ela dizendo-lhe que pintava flores e falava francês, porque pensava que era mentira. Assim ela aprendeu que não devia gozar com as outros, pois estes podem pagar-nos na mesma moeda.


Lara Almeida- nº9- 5ºA

Opinião crítica sobre a obra "O Príncipe Nabo"

A obra “O Príncipe Nabo” foi o livro que lemos nas últimas aulas de Português. Esta obra divide-se em três atos.
No primeiro ato achei que o rei tomou a decisão mais acertada, pois a princesa Beatriz nunca mais se decidia em relação à escolha do príncipe. Mas, ela não era a única responsável pela sua atitude perante os príncipes, a Mademoiselle também tinha influência, pois era quem dizia à princesa para rejeitar os príncipes, o que era notável perante a reação da Mademoiselle em relação ao que dizia o Marechal da Corte.
No segundo ato penso que o que aconteceu à princesa foi o que ela merecia por rejeitar todos os príncipes que lhes apareciam. Ao gozarem com ela, pode aperceber-se que a atitude foi exatamente a mesma que ela teve com os príncipes.
No terceiro ato, ela descobre que o seu marido, o músico, era o príncipe Austero, a quem ela deu o nome de Príncipe Nabo e assim fica muito feliz e nunca mais gozou com ninguém, aprendendo uma lição.
A minha personagem preferida é o rei, porque teve a atitude mais acertada com a filha.
O momento que achei mais interessante foi quando o músico revelou que era o Príncipe Nabo.
Com esta obra aprendi que não devo gozar com ninguém, aliás há uma regra de ouro que transmite essa mensagem: “Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti”.


Ema Araújo 5ºA, Nº5

A minha professora…


É bonita como o Sol
É linda como a lua
Gira como o girassol
É a mais bela da rua.

Tem os olhos pequenos
E uma pequena boca
O cabelo é curto
E não tem cabeça oca.

O seu rosto é belo
O nariz belo é
Tem direito a castelo
E a não andar a pé.

É uma bela professora
É a minha preferida
É uma grande senhora
Pessoa muito querida.

Trabalho realizado por:

Ana Laura Reis – nº2 – 5ºA

Minorca

Não me chamem minorca
Que eu minorca não sou
Sou pequeno com orgulho
De ser aquilo que sou

Sou belo como o girassol
Movo-me como o sol
Sou mal comportado
Energico como um veado.


Hugo nº7

Mariana



A Mariana é bonita
Como uma flor
Como o Sol
Antes de se pôr.

Ela tem cabelo loiro
Com madeixas a enfeitar
Com o cabelo pelos ombros
Fica linda de arrasar.

Com aqueles óculos
Parece uma doutora
Será que pode ser
Uma grande professora?

Com uma boca tão pequena
Será que consegue falar?
Consegue pois
Não há maneira de a calar.

Seja o que ela for
No futuro ou no presente
Será para sempre
Uma amiga presente.
Beatriz Pires-nº3-5ºA

A minha amiga



A minha amiga é pequena
Mas isso não é problema
Sim, ela é muito magrinha
E tem um aspeto de fofinha.

Gosta de ter os olhos de cor castanha,
Mas não tem medo de uma aranha.
Seu cabelo sedoso é comprido,
Castanho e parecido com um fio.

O seu nariz é estreito
Que não tem nenhum defeito.
A sua boca é sorridente
Anda sempre muito contente.

O seu rosto é moreno,
Condiz com o olhar sereno.
Oval é a sua cara,
Fica bem de tiara.

Trabalho realizado por:

Ema Araújo 5ºA, Nº5

Auto-retrato

O meu cabelo é preto
Como cor de azeitona
Rosado é o meu rosto
Minha pele como acetona.

Insegura, posso ser
Como qualquer menina
O meu gosto é aprender
Ser amiga é a minha sina.

Rosados são os meus lábios
Castanhos os meus olhos
Aprender é com os sábios
Amigas, tenho aos molhos!
Lara Almeida- nº9
5ºA


A Túlipa e as Flores


Já estava farta de ouvir o Gladíolo, mas na verdade até estava a gostar que o Gladíolo me estivesse a elogiar e a tentar meter conversa. Como flor que era, achava que não deveria dar conversa a ninguém.
A determinada altura o Gladíolo convida-me dançar e sem hesitar eu respondi logo:
-Nunca! Deus me livre!
O Gladíolo foi-se embora e deixou-me sozinha ao pé do lago. Eu continuei a mirar o meu lindo rosto, no reflexo do lago. Já quase perto das onze e meia fui surpreendida com o mais belo convite de sempre.
- A senhora dança?
Era a voz do Lírio azul-escuro, a flor mais bela do parque.
- Claro, claro que sim - respondi eu a pensar que aquele convite era um pensamento.
Então, começámos os dois a dançar. Fomos o par mais elogiado da festa.
No fim da décima segunda dança, o Gladíolo fala para o Lírio e conta-lhe como eu o tratei. Ao ouvir aquilo o Lírio saiu de ao pé de mim e nunca mais voltou mas antes disse-me:
- Pensei que fosses simpática com as outras pessoas. Que desilusão!
Depois de receber a resposta do Lírio refleti muito e pedi desculpa ao Gladíolo.
A partir desse momento nunca mais tratei ninguém mal e pude tirar uma lição:
Devemos tratar os outros bem para não termos desilusões.


Trabalho realizado por: Ema Araújo, 5ºA, nº 5

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A festa do Gladíolo

Numa bela noite, o gladíolo organizou uma grande festa e todas as flores foram convidadas. Quando eu, a Rosa, cheguei, muitas outras flores já tinham chegado. Então fui falar com o Gladíolo para lhe agradecer o convite. O Gladíolo ficou muito contente e cumprimentou-me.
A orquestra já estava a tocar e as flores preparavam-se para dançar. Florinda ria muito entusiasmada, porque nunca vira flores a dançar nem a falar.
Então começou a primeira dança. O Rapaz de Bronze acenava com a cabeça ao som da melodia tocada pelos animais. Eu estava a dançar, mas como vi o Gladíolo muito triste olhando o seu reflexo na água e decidi consolá-lo. Perguntei-lhe o que é que ele tinha e ele explicou-me:
  - Estou muito preocupado com a Tulipa. Eu gosto muito dela, e não quero que lhe aconteça nada.
Conversei um pouco com ele e depois fui ter com a Begónia, de quem eu gostava muito. Conversámos um pouco e eu fui de novo dançar.
As flores estavam muito alegres. Dançavam levemente, porém veio uma grande rajada de vento, e todas caímos ao chão. As flores voavam por todo o lado.
Decidi então ir para o meu canteiro. Quando cheguei estava tudo calmo. Então decidi ficar por ali a descansar.

Leonor 5ºA
 
 

        

segunda-feira, 28 de março de 2016

O segredo do rio

Uma aventura nas férias da Páscoa

Três Histórias de Futuro

A Floresta

Laura e o coração das coisas

O Príncipe Feliz

Eu sei tudo sobre o Pai Natal

Enquanto a cidade dorme

A fada Oriana

A festa das flores


A flor que eu gostaria de ser era a Rosa. A Rosa é uma flor muito bonita, é símbolo do amor; anda de mão em mão, de namorados para namoradas.
Naquela festa, eu acho que me sentiria muito bem. Era amiga do Gladíolo e iria dançar com todas as flores, até com aquelas flores mais perfumadas. O Nardo, por exemplo, o Muguet são flores muito perfumadas. Claro que também iria dançar com as flores sem cheiro. Com o Gladíolo, por exemplo que é uma flor muito bonita e sem cheiro.
Talvez não me fosse entender com a Tulipa, apesar de o Gladíolo gostar muito dela, não me ia entender com ela. Pensa que é melhor que os outros. Iria entender-me com a Begónia, com o Gladíolo, com a Orquídea, com a Urze, com o Nardo. Basicamente com todas as flores.
Uma vez, na festa, estava eu a dançar com o Nardo quando alguém pisou a raiz de uma flor; acho que foi a Begónia que pisou a raiz do Muguet. A Begónia é mesmo desastrada! Bom, quando a Begónia pisou o Muguet, estávamos a dançar aquela dança do “ Dominó”. Todos caíram uns por cima dos outros e batemos com as pétalas na jarra de pedra e a Florinda caiu em cima do Rapaz de Bronze, logo quando o ele estava a beber um batido com um pouco de resina e folhas de loureiro. Ficaram colados um ao outro durante cerca de uma semana. Foi muito engraçado!! A sorte foi que a Florinda estava de férias e assim não faltava, às aulas, mas de dia, quando o Rapaz se tornava numa estátua, Florinda ficava colada todo o dia e toda a noite a tentar soltar-se.
Um dia o pai de Florinda viu-a colada ao Rapaz de Bronze e soltou-a. Ela contou-lhe tudo, mas ele não acreditou. Mais uma vez Florinda foi gozada pelos colegas.

Beatriz Pires- nº 3- 5ºA


A Festa das Flores


_Olá! Eu sou a Orquídea e estou a gostar muito desta festa!- disse eu ao Gladíolo.
_Olá! Muito obrigado. Esta festa deu muito trabalho a fazer, mas ficou bem- afirmou ele.
Eu estava a gostar tanto de estar naquela festa. Era tão divertida! Adorei o pormenor dos pirilampos à volta do lago. Estava tão bonito!
Fui falar com a Tulipa, que não estava a fazer outra coisa senão mirar-se no lago. Todas as flores queriam dançar com ela, mas ela dizia sempre que não. Quando me ia a aproximar, para ir falar com ela, o Gladíolo aparece e pergunta-me:
_Tu vais falar com a Tulipa?
_Sim vou, porquê? - perguntei eu, curiosa.
_Porque ela não me liga nenhuma e eu queria que tu falasses com ela para ela vir dançar comigo.-respondeu-me ele.
_Vou ver o que posso fazer - afirmei-lhe.
Fui falar com a Tulipa e ela disse-me que não dançava com o Gladíolo, nem com as outras flores, porque ela não estava suficientemente arranjada para dançar com elas; achava que não estava a combinar com elas e fui contar ao Gladíolo.
Ele foi falar com ela e após terem discutido muito o assunto, os dois foram dançar.
A seguir fui ter com o Lírio e contei-lhe que uma vez mais a Begónia na estufa tínhamos dado uma festa lá dentro só para nós as duas.
Passado algum tempo, fui dançar com o Nardo e fui para o meu canteiro, porque estava muito cansada.


Madalena nº13 5ºA

A rosa


Certo dia, o Gladíolo organizou uma festa e eu fui convidada. Nesse dia eu ia vestida de vermelho. Na festa só faltava a Tulipa. Quando eu cheguei, todos ficaram boquiabertos e todos me convidaram para dançar. Eu fui dançar com as minhas melhores amigas, que são as rosas. Elas também estavam muito bonitas. Eu estava muito feliz. Quando já estávamos cansadas, fizemos uma pausa e fomos ter com o Rapaz de Bronze. Este disse:
_ Que lindas estão as minhas amigas!
_Muito obrigada! – responderam em coro.
_Esta festa está muito animada! As flores estão bem vestidas e eu estou a adorar!
_Nós também estamos a gostar. Bem! Agora vou dançar.
_Boa dança! – disseram eles.
Quando estávamos a dançar, o meu vestido rasgou-se. As rosas correram a tapar-me. Felizmente, a camélia costureira, estava a passar e coseu-me o vestido. Eu voltei para a festa. De repente, o sapato da rosa Filomena partiu o salto. A rosa Elisabete e a rosa Susana, trataram do assunto; pegaram no outro sapato e partiram-lhe o salto. Entretanto o galo cantou e vim embora com o vestido cosido, mas, ainda tive de ir pagar à costureira.


Ana Laura Ramos Reis – nº2 – 5ºA

O amor

Vinagre é azedo,
Que um pouco se pode saborear,
Mas tu és tão doce,
Que só eu te posso adorar!

Os teus lábios são como o mel,
Os teus olhos azeitona,
Serei sempre fiel,
Do meu coração serás dona!

O dia em q ue te conheci,
Será por mim sempre lembrado,
Meu coração sorri,
Estando sempre ao teu lado!

Dizem que o amor é:
Felicidade, mágoa e dor…
Como uma chama imensa
Que brota muito calor!

As noites serão dias,
O inverno será verão,
Sempre que para mim sorrias,
Alegrarás meu coração!

Lara Pinto Souto Almeida

Nº: 9 Turma: 5ºA

O amor é ...



O amor não tem fim
O amor é uma chama
O amor é um paraíso
O amor é alegria

É uma união
É muita paixão
É caridade
E honestidade

O amor é afeto
É paz
O amor é felicidade
É sinceridade.

Hugo Tomás nº 7- 5ºA

O amor é…


A paz
O carinho
E a vida

Os amigos
A alegria
E a amizade

Mas sobre tudo o amor
É a compaixão um
Pelo outro


Simão nº 22 5ºA

O amor é ...


O amor, vai e vem como o vento
Por isso está espalhado por todo o mundo
Para uns o amor é amizade
Para outros é carinho.

O amor é a maior felicidade
É como um paraíso
É uma rosa a nascer
Dias cheios de alegria e sorriso.

Não há nada como o amor
Amor entre amigos
Amor entre namorados
Traz dias bem passados.


Beatriz Pires nº 3 5ºA

O Amor é ...


O amor é...
É brilhante quando é sentido.
É amizade com os amigos.
Com a família é mágico.
É paixão pelos outros.
É romântico quando é alegre.
É feliz quando há partilha.
Com emoções é colorido.
É sentimentos com união.
É o paraíso quando é leal.
É felicidade com o mundo.
É a luz da viagem.
É paz com sinceridade.


Trabalho realizado por:
Madalena Alves Silva nº13

5ºA

O amor é...


Carinho,
Paz,
Alegria,
Amizade
arinho,
Paz,
Alegria,
Amizade


É ter fé,
Ter vida,
Ter encanto.

Trabalho realizado por: Lucas Rochinha
Nº: 12 Turma: 5º A

O AMOR É…

O amor é feito de alegria
Sente-se felicidade
Muito carinho
Em boa companhia!

O amor é cheio de amizade,
Amar é conviver com os amigos
Ter um grande coração
E ter solidariedade!

Amar é abrir portas às emoções
É saber conviver com todos
Ter amigos verdadeiros
E guardar grandes recordações!

Amar é ter carinho
É não viver na solidão
É abrir os braços
E dar muito miminho!

Afonso Martins Leal nº1 5ºA

O amor é ...

O amor é o coração a bater
O amor também é paixão
O amor são os sentimentos
O amor é alegria.

O amor é belo como a flor
O amor é radiante
O amor são os sorrisos que damos
O amor é grande.

Trabalho realizado por:
Mariana Lacerda  nº15 Turma: 5º A

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O amor


P`ra mim o amor
Traz muita felicidade
Belo como uma flor
Lugar onde há sinceridade

 
O amor traz sorrisos
Que me enchem de fé
Lembra-me os amigos
Que não nos largam o pé


A família é alegria;
Um fantástico e belo lugar;
Onde há simpatia
Onde se pode amar


Entre ódio e rancor
O que é que interessa?
O que vale é amor
Que se espalha depressa


Ema Araújo,Nº5 – 5ºA (Poesia vencedora do concurso)

 

O amor é………


O amor é um sentimento,

Que se sente no coração,

O amor traz emoções

E dá cor à nossa vida.


Um laço que nos une,

Para não ficarmos sós,

Transmite uma grande força


Para os nossos corações.
Leonor nº 11 5ºA