quarta-feira, 13 de julho de 2016

Opinião crítica sobre a obra "O Príncipe Nabo"

A obra “O Príncipe Nabo” foi o livro que lemos nas últimas aulas de Português. Esta obra divide-se em três atos.
No primeiro ato achei que o rei tomou a decisão mais acertada, pois a princesa Beatriz nunca mais se decidia em relação à escolha do príncipe. Mas, ela não era a única responsável pela sua atitude perante os príncipes, a Mademoiselle também tinha influência, pois era quem dizia à princesa para rejeitar os príncipes, o que era notável perante a reação da Mademoiselle em relação ao que dizia o Marechal da Corte.
No segundo ato penso que o que aconteceu à princesa foi o que ela merecia por rejeitar todos os príncipes que lhes apareciam. Ao gozarem com ela, pode aperceber-se que a atitude foi exatamente a mesma que ela teve com os príncipes.
No terceiro ato, ela descobre que o seu marido, o músico, era o príncipe Austero, a quem ela deu o nome de Príncipe Nabo e assim fica muito feliz e nunca mais gozou com ninguém, aprendendo uma lição.
A minha personagem preferida é o rei, porque teve a atitude mais acertada com a filha.
O momento que achei mais interessante foi quando o músico revelou que era o Príncipe Nabo.
Com esta obra aprendi que não devo gozar com ninguém, aliás há uma regra de ouro que transmite essa mensagem: “Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti”.


Ema Araújo 5ºA, Nº5

A minha professora…


É bonita como o Sol
É linda como a lua
Gira como o girassol
É a mais bela da rua.

Tem os olhos pequenos
E uma pequena boca
O cabelo é curto
E não tem cabeça oca.

O seu rosto é belo
O nariz belo é
Tem direito a castelo
E a não andar a pé.

É uma bela professora
É a minha preferida
É uma grande senhora
Pessoa muito querida.

Trabalho realizado por:

Ana Laura Reis – nº2 – 5ºA

Minorca

Não me chamem minorca
Que eu minorca não sou
Sou pequeno com orgulho
De ser aquilo que sou

Sou belo como o girassol
Movo-me como o sol
Sou mal comportado
Energico como um veado.


Hugo nº7

Mariana



A Mariana é bonita
Como uma flor
Como o Sol
Antes de se pôr.

Ela tem cabelo loiro
Com madeixas a enfeitar
Com o cabelo pelos ombros
Fica linda de arrasar.

Com aqueles óculos
Parece uma doutora
Será que pode ser
Uma grande professora?

Com uma boca tão pequena
Será que consegue falar?
Consegue pois
Não há maneira de a calar.

Seja o que ela for
No futuro ou no presente
Será para sempre
Uma amiga presente.
Beatriz Pires-nº3-5ºA

A minha amiga



A minha amiga é pequena
Mas isso não é problema
Sim, ela é muito magrinha
E tem um aspeto de fofinha.

Gosta de ter os olhos de cor castanha,
Mas não tem medo de uma aranha.
Seu cabelo sedoso é comprido,
Castanho e parecido com um fio.

O seu nariz é estreito
Que não tem nenhum defeito.
A sua boca é sorridente
Anda sempre muito contente.

O seu rosto é moreno,
Condiz com o olhar sereno.
Oval é a sua cara,
Fica bem de tiara.

Trabalho realizado por:

Ema Araújo 5ºA, Nº5

Auto-retrato

O meu cabelo é preto
Como cor de azeitona
Rosado é o meu rosto
Minha pele como acetona.

Insegura, posso ser
Como qualquer menina
O meu gosto é aprender
Ser amiga é a minha sina.

Rosados são os meus lábios
Castanhos os meus olhos
Aprender é com os sábios
Amigas, tenho aos molhos!
Lara Almeida- nº9
5ºA


A Túlipa e as Flores


Já estava farta de ouvir o Gladíolo, mas na verdade até estava a gostar que o Gladíolo me estivesse a elogiar e a tentar meter conversa. Como flor que era, achava que não deveria dar conversa a ninguém.
A determinada altura o Gladíolo convida-me dançar e sem hesitar eu respondi logo:
-Nunca! Deus me livre!
O Gladíolo foi-se embora e deixou-me sozinha ao pé do lago. Eu continuei a mirar o meu lindo rosto, no reflexo do lago. Já quase perto das onze e meia fui surpreendida com o mais belo convite de sempre.
- A senhora dança?
Era a voz do Lírio azul-escuro, a flor mais bela do parque.
- Claro, claro que sim - respondi eu a pensar que aquele convite era um pensamento.
Então, começámos os dois a dançar. Fomos o par mais elogiado da festa.
No fim da décima segunda dança, o Gladíolo fala para o Lírio e conta-lhe como eu o tratei. Ao ouvir aquilo o Lírio saiu de ao pé de mim e nunca mais voltou mas antes disse-me:
- Pensei que fosses simpática com as outras pessoas. Que desilusão!
Depois de receber a resposta do Lírio refleti muito e pedi desculpa ao Gladíolo.
A partir desse momento nunca mais tratei ninguém mal e pude tirar uma lição:
Devemos tratar os outros bem para não termos desilusões.


Trabalho realizado por: Ema Araújo, 5ºA, nº 5